O que é ‘cultura desperta’? Dos comentários de Barack Obama às tendências no Twitter

_Fique acordado. _

O ex-presidente dos EUA, Barack Obama, foi devolvido ao centro das atenções públicas esta semana depois que comentários que ele fez aparentemente criticando a 'cultura desperta' de hoje e a necessidade aparentemente constante de provar que outras pessoas estão erradas emergiram online.



O ex-presidente falava em uma cúpula da Fundação Obama em Chicago em 29 de outubro e disse que a assim chamada 'cultura desperta' da crítica da mídia social não era ativismo e não resultaria em uma mudança real.



Os comentários ganharam muita atenção online, mas o que exatamente é 'cultura desperta'?

Origens do termo 'acordou'

O termo 'acordou' começou a aparecer na década de 1960 entre ativistas afro-americanos que usavam a frase 'fique acordado' em um esforço para manter os problemas que a sociedade enfrenta, em particular, o racismo que eles estavam enfrentando, firmemente na frente de seus mentes em vez de deixá-lo escapar da discussão pública.

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Porém, desde seu uso político inicial, a frase passou a ser usada em um sentido mais irônico e é frequentemente usada em memes nas redes sociais.

O que é ‘cultura desperta’?

É difícil especificar exatamente o que é a chamada 'cultura desperta' em nossa sociedade hoje, uma vez que se manifesta de uma miríade de maneiras.



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A definição mais básica do termo provavelmente veria 'cultura desperta' explicada como manter questões e eventos políticos importantes firmemente na consciência pública, em vez de deixá-los escapar da mente das pessoas, da mesma forma que acontecia quando o termo foi criado. originado na década de 1960.

Onde vemos 'cultura desperta' hoje

No entanto, em seu discurso na Cúpula da Fundação Obama, o ex-presidente dos Estados Unidos criticou as pessoas por estarem 'acordadas', ao fazer uma observação sobre o fato de que muitas pessoas muitas vezes deixam de ouvir no mundo político de hoje, especialmente nas redes sociais. preferindo chamar outros de quem discordam, o que Obama disse que “não é ativismo”.

Pode-se argumentar que esta é simplesmente uma crítica à mídia social atual e ao efeito polarizador que ela teve na política global, em vez da chamada 'cultura desperta'.



Indiscutivelmente, um melhor exemplo de 'cultura do despertar' seria a crítica constante às leis sobre armas dos EUA por parte de alunos que foram vítimas de tiroteios em escolas ou, possivelmente, do ativismo de Greta Thunberg contra as mudanças climáticas. Ambos receberam uma quantidade inadequada de críticas de pessoas nas redes sociais que têm opiniões divergentes sobre os assuntos em questão.

Obama concluiu seu discurso dizendo: “se tudo o que você está fazendo é atirar pedras, provavelmente não irá tão longe”, o que mais uma vez aponta o dedo à 'discussão' e crítica rápida e impetuosa que vemos nas regiões políticas dos sites de mídia social, em vez da 'cultura desperta' que está sendo criticada.



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